M109 AP Howitzer no Brasil

História e Desenvolvimento. 

A segunda Guerra Mundial foi marcada pela aplicação de alta mobilidade da infantaria no campo de batalha, levando as demais armas terrestres a se adaptarem a esta nova filosofia de combate. Este conceito seria fundamentado nos princípios da tática Blitzkrieg empregada pelo exército alemão. Para garantir mobilidade sem perder a capacidade ofensiva, os alemães precisavam não apenas de tanques e soldados transportados por blindados, mas também de artilharia autopropulsada, levando ao emprego de canhoes autopropulsados. Se espelhando neste conceito os exércitos aliados também buscariam soluções semelhantes para proporcionar adequada mobilidade a sua artilharia de campanha, nascendo assim o T19 Howitzer armado com canhão de 105 mm. Este modelo seria sucedido em fevereiro de 1942 o M7 Priest equipado com canhão de 105 mm. Seu batismo de fogo ocorreria durante Segunda Batalha de El Alamein. Os M7 em conjunto os M37 HMC retornaram ao cenário de conflito real durante a Guerra da Coreia (1950-1953). Apesar de desempenharam com êxito a maioria das missões a que foram envolvidos, verificou se que a limitada elevação de 35 º graus do canhão dificultava a dificultava capacidade de disparar em alvos localizados sobre as altas montanhas coreanas. Assim ficava nítida a necessidade de desenvolvimento de um novo  obuseiro autopropulsionado de grande porte. A solução se materializaria em 1953 no desenvolvimento do modelo M52, que era baseado nos chassis do carro de combate médio M41 Walker Buldog. Apesar de permitir uma maior mobilidade na elevação do canhão de 105 mm chegando entre 65º positivo e  -10º  negativos, o modelo mostrou extremamente complexo e problemático levando ao precoce cancelamento da produção. Isto levaria a abertura de uma nova concorrência para o desenvolvimento de um novo obuseiro autopropulsionado, com este programa sendo vencido pelo projeto T195/195E-1 da General Motors Co. em setembro de 1954. O primeiro mock up foi apresentado no início do ano de 1955, seguido pela construção de cinco protótipos para testes e avaliações que foram disponibilizados para emprego no programa de ensaios em meados do mesmo ano, com o M108 o M108 liberado para produção em série segundo semestre de 1959.

A versão final estava equipada com um motor Detroit Diesel 2 tempos 8V-71T  de 8 cilindros com turbo compressor, refrigerado a líquido com 405 hp de potência,  que lhe proporcionava uma velocidade máxima de 56 km/h com alcance de 360 km, que lhe concedia a mobilidade adequada para acompanhar as demais unidades blindadas no campo de batalha. A arma principal do M108 era o obuseiro M103 de 105 mm, com um tubo de calibre 30 de comprimento, montado em um conjunto M139. Podia disparar um projétil de 14,9 kg a 472 m/s com alcance efetivo de 11.16 km. Tinha como provisão fazer uso de munições do tipo HE, WP, fumaça, armas químicas e M67 HEAT, podendo fazer uso da munição da OTAN de 105 mm, com exceção de munições assistidas por foguetes. O M108 receberia seu batismo de fogo durante a Guerra do Vietnã,  sua possibilidade de girar o canhão em 360 graus, ao contrário da artilharia rebocada o tornou ideal para sustentar as posições de fogo, que podiam estar sujeitas a ataques de qualquer direção, outro fator positivo era sua capacidade de elevação de +75º e - 6º graus lhe proporcionando atingir alvos em diversos níveis de terreno. Apesar destas características positivas foi observado, no entanto, que seu canhão de 105 mm, não atendia as necessidades de cadencia de fogo e eficácia na destruição de alvos objetivados, este fato levaria a retirada de ambos os batalhões de artilharia de campo em meados de 1976, encerrando assim a participação do M108 Howitzer neste conflito. Como solução a dificuldade observada no Vietnã, buscou-se o desenvolvimento de um veículo armado com uma arma de maior calibre, com a escolha do tipo 155 mm, devido a versatilidade da plataforma o M108 Howitzer foi empregado como base para este novo obuseiro autopropulsado, nascendo assim o projeto do M109. Apesar de possuírem a mesma base conceitual e compartilharem muitos itens, este novo projeto contemplava avanços significativos, entre eles um chassi composto de alumínio blindado oferecendo maior resistência a impactos de armas de calibre médio, novos sistemas de direção de tiro e comunicação, capacidade estendida no transporte de munição, além de contar com um canhão 155 mm.

A primeira versão de série, recebeu a designação de M109 e estava equipado com um canhão M126 calibre 23 , podia transportar 28 cartuchos de munição de 155 mm, era facilmente identificado por seu cano curto e um freio de boca duplo com um grande extrator de fumaça logo atrás dele, podia atingir alvos com alcance máximo de 14.600 metros. Seu batismo de fogo ocorreria durante a Guerra do Vietnã, quando passaram a substituir os M108 nos Fields Artillery Regiments (Regimentos de Artilharia de Campo).  Esta versão seria rapidamente suplantada na linha de produção pelo modelo M109-A1 equipado com uma nova versão do O motor Detroit Diesel Model 8V-71T acoplado a uma transmissão cross-drive Allison Transmission XTG-411-4A, e passava a contar com o canhao mais longo M185 calibre 39, aumentando o alcance máximo para 18.100 metros. O M109-A1 entraria em combate real pela primeira vez em 1973, quando foi empregado pelas Forças de Defesa de Israel durante a guerra Guerra do Yom Kippur. Em 1976 surgia a versão M109-A2 que incorporava uma série de melhorias entre elas a disponibilidade e manutenção (RAM) de meia-idade, novo canhao  de cano longo M185 de 155 mm, proteção balística para o telescópio panorâmico dispositivo de alinhamento de visão M140 e equipamentos de visão noturna. A capacidade de armazenamento de munição aumentou de 28 para 36 cartuchos. Durante a produção desta série uma versão simplificada foi produzida para exportação, apresentando pequenas diferenças externas e exclusão do kit de flutuação do casco, passando a ser designados como M109-A1B. Novas versões foram introduzidas ao longos dos anos entre elas o M109-A3 e M109-A3B, M109-A4 que passou a contar com sistema de proteção contra guerra biológica e nuclear, M109-A5  que a partir de 1985 introduziu o canhao M284 de calibre 39,  dando ao veiculo um alcance máximo de 22.000 metros com projéteis comuns e 30.000 metros com projeteis assistidos por foguetes.

Em 1991 surgiria a versão M109-A6 Paladin que apresentava um novo redesenho, incluindo armadura adicional (com habitáculo revestido em kevlar), canhão M284 aprimorado em conjunto com o sistema M182A1, novo lay out interno para armazenamento de munição e equipamentos mais seguros, possuindo ainda várias atualizações no grupo propulsor e suspensão. Pela primeira vez, um sistema de navegação inercial foi introduzido, enquanto o canhao recebeu sensores para detectar o alinhamento principal, passou a contar com sistema de comunicação digital criptografado, com sistema de contador ECM (guerra eletrônica), localização da grade e dados transmitidos ao FDC da bateria.  Esta nova versão apresentou grandes melhorias nas áreas de sobrevivência; confiabilidade, disponibilidade e manutenção (RAM); capacidade de resposta; e efeitos terminais. Este modelo foi desenvolvido para operar de forma independente, podendo receber uma missão de fogo, calcular dados de alvo, selecionar e assumir sua posição de disparo, desbloquear automaticamente e apontar seu canhão, disparar e sair, sem assistência técnica externa de terceiros. Pode ainda disparar a primeira salva partir do movimento em menos de 60 segundos, sendo capaz de disparar até quatro tiros por minuto para alcances de 30 quilômetros. Os primeiros 164 carros foram entregues pela  BAE Systems, em fins de 1992, sendo declarados operacionais em abril do ano seguinte, novos contratos de produção se seguiram atingindo a cifra total de 950 veículos com sua produção sendo encerrada em 25 de junho de 1999. A versão mais atual em serviço é a M109-A7 (que era anteriormente conhecida como M-109A6 PIM), seu primeiro protótipo foi revelado em 2007, sendo submetido a um grande programa de testes. Em 2013 o programa foi aprovado com a BAE Systems recebendo um contrato para atualização dos primeiros carros M109-A6 para o padrão M109-A7. Este novo modelo passou a deter maior peso de deslocamento que seu antecessor esta nova versão proporcionará maior precisão, melhor mobilidade e velocidade de deslocamento. As entregas iniciais ao Exército dos EUA começaram em 2015, com o programa devendo atingir 580 carros nos próximos anos .

Ao longo de mais de 50 anos de serviço os M109 estiveram presentes em diversos conflitos ao redor do mundo, como as guerras do Vietnã, Yom Kippur, Irã X Iraque, Saara Ocidental, Golfo Pérsico, Iraque, Civil Iraniana, Civil Iemenita e Síria. Mais de 7.700 unidades dispostas em 13 versões,  foram produzidas nos Estados Unidos pela General Motors Co e BAE Systems, ou sob licença pela Samsung Techwin na Coréia do Sul , sendo empregadas pela Líbia, Djibuti, Etiópia, Grécia, Emirados Árabes, Irã, Kuwait, Marrocos, Omã, Peru, Suíça, Alemanha, Arábia Saudita,  Bélgica, Brasil, Dinamarca, Egito, Espanha, Itália, Jordânia , Marrocos, Noruega, Holanda, Paquistão, Portugal, Tunísia, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Filipinas, Iraque, Israel, Tailândia, Estados Unidos, Inglaterra e Coreia do Sul. Paralelamente em 1982 seria desenvolvido uma versão de transporte remuniciadora montada sobre a plataforma do M109 denominada M992A2 FAASV(Field Artillery Ammunition Supply Vehicle). Apesar de estarem em processo de desativação em países como Alemanha e Inglaterra (sendo substituídos pelo Panzerhaubitze 2000), tudo em indica que em seu pais de origem deverá ainda ser empregado por pelo menos 20 anos, até que seja enfim substituído pelo M1299. 

Emprego no Brasil. 

Compondo o esforço de modernização do Exército Brasileiro fo criado no início da década de 1990 um programa evolução de meios materiais denominado FT-90 (Força Terrestre 1990), este plano entre diversos aspectos operacionais visava a necessária e emergencial modernização da sua tropa blindada, se dividindo em diversos tipos de veículos especializados. Estes esforços resultariam principalmente em compras de oportunidade de material usado em bom estado se destacando na aquisição de Viaturas Blindadas de Combate Carro de Combate (VBCCC) Leopard 1A1 e M60 A3 TTS. Esta evolução ensejou a modernização da Artilharia de Campanha, que em termos de peças autopropulsadas estava equipada com os 72  obuseiros autopropulsados M108 AP que foram recebidos a partir de 1972  dotando assim os  Grupamentos de Artilharia de Campanha Autopropulsados (GAC AP). Estudos indicavam a aquisição de pelo menos um lote de seu sucessor natural o M109 AP, as restrições orçamentarias sempre presentes na realidade das forças armadas brasileiras, norteariam este processo visando assim a aquisição de veículos usados. Neste período o M109 se encontrava em uso em mais de 30 países e uma comissão foi organizada visando assim buscar paises que demonstrassem interesse em se desfazer de parte de sua frota deste obuseiros autopropulsados. Entre as opções encontradas a apresentada pelo Exército Belga se mostrava interessante e previa a venda de até 40 unidades do modelo M109 A3 que haviam sido recentemente desativados em função de terem sido substituídos por versões mais atualizadas deste mesmo veículo. Esta proposta incorporava ainda a implementação de um programa de revisão e modernização dos carros pela empresa Sabiex Internacional, que traria os carros para um patamar operacional e tecnológico adequados a realidade daquele tempo. 

Desta maneira 37 carros, em melhor estado de conservação foram escolhidos por uma comitiva de oficiais brasileiros em 1996 sendo transportados para as instalações da  Sabiex na cidade de Tournai, na Bélgica. Os M109 escolhidos pertenciam a versão A3, sendo parte de um programa de modernização aplicados a versão M109-A2 a partir do ano de 1980. Neste processo de reconstrução foram incorporadas mais de vinte e sete melhorias sobre a versão original, se destacando entre elas a adoção do canhão M185 de 155 mm de cano longo na nova armação M178, aumento na capacidade de transporte de munição e proteção balística para o sistema de telescópio panorâmico. Perto do recebimento do primeiro lote, o veículo receberia a designação oficial de Viatura Blindada de Combate Obuseiro Autopropulsado (VBCOAP) M109-A3. Os primeiros seis carros foram recebidos em 6 de outubro de 1999, sendo seguidos por um segundo lote de 12 carros em 26 de maio de 2000, mais 12 carros em 24 de outubro do mesmo ano e por fim um ultimo lote de 7 carros recebidos em 23 de abril de 2001. Os M109-A3 foram distribuídos na seguinte ordem, doze carros para  15º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado, na cidade de Lapa (RS), doze para o 16º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado baseado em São Leopoldo ( RS), doze carros para o 29º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado baseado na cidade de  Cruz Alta (RS) e um M109-A3 para a Escola de Material Bélico – EsMB, no Rio de Janeiro. A adoção deste modelo veio prover o Exército Brasileiro de uma capacidade inédita de mobilidade e alto poder de fogo, representando assim um grande avanço em desempenho quando comparado ao M108 AP, apesar de não serem pertencentes a versão mais atualizada em termos de sistemas eletrônicos e direção e controle de tiro, os M109A3 cumpriram exemplarmente sua tarefa de adestramento e manutenção de artilharia autopropulsada no Exército Brasileiro

Em fins da primeira década do século vinte e um ficava evidente que os M109-A3 estavam completamente desatualizados em termos de sistema de direção de tiro, deixando assim a Artilharia de Campanha defasada, com este cenário sendo agravado pelo nível de obsolescência maior apresentado pelos M108 AP. Este panorama apresentava a necessidade de atualização, gerando assim um novo programa de aquisição de novos carros M109 dispostos em versões mais recentes, com esta busca culminando em fins de 2012 em um acordo para o recebimento de 40 unidades da versão M109-A5 em regime de doação do governo norte americano dentro dos termos do programa Excess Eefence Articles (EDAs). Apesar de serem carros mais modernos que os M109-A3 se vislumbrou a oportunidade de modernização dos mesmo para um patamar comparável ao em uso pelo Exército Norte Americano. Neste interim foi deferida a modernização de 32 carros, elevando os a versão M109-A5+ BR, com um contrato sendo celebrado com a empresa BAE Systems no valor de US$ 54 milhões. Inicialmente este programa previa a  atualização inclui a integração de um rádio Harris Falcon III, radar de velocidade de boca, unidade de navegação inercial, GPS, computador de tiro, diretor de fogo, bloqueio remoto de viagem, e um sistema de comando e controle de artilharia automatizado localmente designado como SISDAC (Sistema digitalizado de Artilharia de Campanha) que acredita-se ser o Advanced Field Artillery Tactical Data System (AFATDS) da Raytheon. Já os veículos restantes não modernizados deveriam ser convertidos em treinadores pelo Exército Brasileiro, e o restante vai servir para instrução das tripulações e, como peças de reposição. Os 32 carros modernizados foram recebidos em 5 de outubro de 2019 no porto do Rio Grande (RS), sendo transportados posteriormente por terra até a cidade de Santa Maria.

A alocação destes carros,  foi dividida entre o Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (3º GAC Ap) da 6ª Brigada de Infantaria Blindada (6ª Bda Inf Bld) em Santa Maria, e o 5º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (5º GAC Ap) da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada (5ª Bda Cav Bld), de Curitiba-PR. Com o primeiro tiro real ocorrendo em 18 de novembro de 2019, sendo disparado por um carro pertencente ao 3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado, Regimento Mallet (3º GAC AP). Em 2018 fazendo uso dos termos do programa FMS (Foreign Military Sales), o Exército Brasileiro negociou a aquisição de quarenta veículos blindados de esteiras M992A2 FAASV (Field Artillery Ammunition Supply Vehicle). Classificada no EB como Viatura Blindadas de Transporte Especial Remuniciadora (VBTE Remun), possibilitando assim o pleno emprego dos M109-A5+ BR no campo de batalha. Neste mesmo ano se beneficiando deste programa foi acertado recebimento de mais 60 carros da versão M109-A5, com os primeiros sendo recebidos em 8 de março de 2018 no porto de Paranaguá (PR).  Essa aquisição objetivava aumentar a frota de obuseiros calibre 155 mm M109, padronizando esse modelo como o material de Artilharia de Campanha Autopropulsado do Exército Brasileiro. Conforme os novos M109-A5 foram sendo recebidos, passaram a ser transportados até as instalações do Parque Regional de Manutenção da 5º Região Militar na cidade de Curitiba, a fim de serem revisados em âmbito de 3 º Escalão. Para assim serem  disponibilizados aos Grupos de Artilharia de Campanha Autopropulsado, com quatro unidades sendo destinadas à Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) para a formação dos cadetes do Curso de Artilharia.



Dentre as grandes inovações da versão modernizada M109-A5+ BR a introdução do sistema AFATDS (Advanced Field Artillery Tactical Data System), sistema que automatiza as comunicações entre os subsistemas da Artilharia nos Estados Unidos e que no Brasil recebeu a designação de SISDAC (Sistema Digitalizado de Artilharia de Campanha). O SISDAC proporcionará maior integração entre os elementos de busca de alvos, os controladores de apoio de fogo, as centrais de tiro e as linhas de fogo, dando a possibilidade de simultaneidade de execução de missões de tiro pela mesma linha de fogo, aumentando sobremaneira as capacidades da Artilharia de Campanha do nosso Exército. Apesar dos lotes adicionais não serem modernizados a versão mais atualizada, os M190-A5 são muito superiores em termos de desempenho quando comparados aos M109-A3. Apesar de não existirem informações oficiais especula-se que os carros remanescentes do primeiro possam a ser modernizados elevando-os ao patamar da versão M109-A5. Assim sendo o Exercito Brasileiro passara a contar com uma considerável força de artilharia autopropulsada de campanha, ganhando grande mobilidade também pelo emprego em conjunto com os M992A2 remuniciadores. 

Em Escala.

Para representarmos o M-109A3 "EB-6057" empregamos o antigo kit da Italeri  - Testors na escala 1/35, modelo este que necessita de diversas modificações para compor a versão nacional, pois o kit representa as variantes A1 e A2. Fizemos uso de decais produzidos pela Decal & Books - Forças Armadas do Brasil 1983 – 2002.


O esquema de cores (FS) descrito abaixo representa o padrão de pintura tático camuflado em dois tons, empregado em todos os blindados de combate do Exército Brasileiro a partir de 1983. As viaturas modernizadas para a  versão M109-A5+ BR e os lotes subsequentes recebidos do modelo M109-A5 receberam este mesmo esquema de pintura.


Bibliografia 

- Blindados no Brasil - Um Longo e Árduo Aprendizado - Volume I , por Expedito Carlos Stephani Bastos
Obuseiro Autopropulsado M109-A3 - Expedito Carlos S. Bastos - http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/M109.pdf
- M109 A5+BR Uma nova Forma de Atuar da Artilharia do Exército Brasileiro – www.defesanet.com.br
- M109 Howtizer -  Wikipédia - http://en.wikipedia.org/wiki/M109_howitze