História e Desenvolvimento.
Na primeira metade da década de 1930, o plano de reequipamento do governo alemão encontrava-se em plena implementação, abrangendo não apenas a modernização de armamentos, mas também o desenvolvimento de novos doutrinas militares. Essas inovações seriam empregadas de forma sincronizada, integrando veículos, armamentos e carros de combate de última geração. Essa iniciativa culminaria na formulação do conceito da "Guerra Relâmpago" (Blitzkrieg), que enfatizava o emprego de forças altamente concentradas e de rápida mobilidade. A estratégia envolvia formações blindadas e unidades de infantaria motorizada ou mecanizada, operando em conjunto com artilharia, assalto aéreo e apoio aéreo aproximado. O objetivo era romper as linhas defensivas, desestabilizar suas forças e comprometer sua capacidade de resposta diante de uma frente de batalha em constante mutação, conduzindo-as, assim, a uma derrota rápida e decisiva. Essa movimentação não passaria despercebida pelo comando do Exército dos Estados Unidos (U.S. Army), que esboçaria grande preocupação, tendo em vista que unidades de cavalaria mecanizadas utilizavam principalmente autometralhadoras e carros blindados leves armados apenas com metralhadoras de calibre .30 e .50. Embora adequados para missões de patrulhamento, ligação e segurança, esses veículos demonstravam limitações crescentes diante da evolução dos blindados e das armas anticarro observadas nos arsenais alemães, italianos e japoneses. Tornava-se evidente a necessidade de um veículo de reconhecimento mais veloz, melhor protegido e dotado de armamento capaz de enfrentar veículos blindados leves e posições fortificadas de oportunidade. Este novo deveria substituir o já obsoleto GMC M-6 um blindado sobre rodas derivado do utilitário General Motors WC-5, com tração 4x4. Em julho de 1941, o Departamento de Artilharia do Exército dos Estados Unidos emitiu uma especificação para um novo carro blindado de reconhecimento 6x4, posteriormente alterada para uma configuração 6x6, visando melhorar a mobilidade em terrenos difíceis. Deveria possuir peso inferior a 08 ton, velocidade máxima superior a 80 km/h, autonomia adequada para operações de longo alcance e capacidade para transportar uma guarnição de 04 tripulantes. O requisito mais importante, era a adoção de um canhão de 37 mm instalado em uma torre totalmente giratória. A escolha do canhão refletia a experiência acumulada durante os anos que antecederam sua entrada formal na guerra. Naquele momento, acreditava-se que esse calibre seria suficiente para neutralizar blindados leves, posições defensivas e ameaças encontradas durante missões de reconhecimento, sem impor um aumento excessivo de peso ao veículo. O armamento seria complementado por uma metralhadora coaxial Browning calibre .30 e uma metralhadora pesada Browning M2 calibre .50 ( destinada à defesa antiaérea e ao combate contra alvos terrestres.
A concorrência atraiu algumas das mais importantes empresas do setor automotivo e de defesa. Para tal, constituiu-se uma comissão técnica no Departamento de Defesa , responsável por receber e avaliar as propostas técnicas e comerciais de possíveis fornecedores. Cada fabricante apresentou projetos distintos, buscando atender às exigências operacionais estabelecida. As análises iniciais resultaram em uma lista final (shortlist) com três empresas concorrentes: a Studebaker Automotive , com seu modelo T-21; a Ford Motor, com o T-22; e, por fim, a Chrysler Automotive com o T-23. Para viabilizar o desenvolvimento dos projetos, foram disponibilizadas linhas de financiamento governamental para a construção dos protótipos, concluídos entre os meses de outubro e novembro de 1941. Em seguida, iniciou-se um rigoroso programa de testes no campo de provas de Aberdeen Proving Ground, em Maryland, prolongando-se até março do ano seguinte. O projeto T-22, desenvolvido pela Ford, logo chamou a atenção dos avaliadores por combinar simplicidade mecânica, excelente mobilidade e um desenho relativamente compacto. O casco do veículo era composto predominantemente por chapas soldadas, embora alguns painéis externos fossem rebitados à estrutura. Suas seis rodas eram protegidas por escudos laterais removíveis, enquanto a seção traseira possuía uma estrutura alada, permitindo que fossem dobradas e equipadas com correntes para pneus em condições de neve. Estava equipado com um motor Hercules Model JXD, um seis cilindros em linha a gasolina, capaz de gerar 110 hp de potência, proporcionando uma velocidade média de 48 km/h (30 mph) em terrenos irregulares e 90 km/h em estradas pavimentadas. O consumo médio de combustível era de aproximadamente 7,5 milhas por galão (mpg), e seus tanques tinham capacidade para 59 galões, conferindo-lhe um alcance operacional de 640 km. A posição do motorista estava localizada à esquerda, enquanto o operador de rádio se sentava à direita. Ambos eram acomodados em um compartimento saliente, protegido por painéis blindados dobráveis de duas peças e visores estreitos. A torre do veículo, aberta na parte superior, abrigava o comandante e o artilheiro. Apesar da ausência de um teto fechado, era possível utilizar persianas e tampas de escotilhas para proteção adicional, além de pequenos periscópios para garantir visão periférica. Seu armamento principal era composto por um canhão -de 37 mm, apontado por meio de uma mira telescópica M70D, sendo possível transportar 80 munições para o canhão, porém, o espaço interno permitia armazenar apenas 16 projéteis prontos para uso imediato. Para autodefesa, era equipado com 02 metralhadoras, com 1.500 cartuchos, além de quatro lançadores de fumaça M1 e M2. Opcionalmente, podia transportar até 06 minas terrestres (antitanque ou explosivas de alto poder destrutivo - HE), montadas externamente, além de carabinas M1 para uso da tripulação.
Devido ao espaço interno reduzido da viatura, diversos ganchos e suportes foram instalados tanto na torre quanto no casco, permitindo o armazenamento de equipamentos essenciais. Como resultado, a maioria dos itens pessoais da tripulação foi montada externamente sobre os para-lamas dianteiros e traseiros. Entre os acessórios transportados externamente estavam mochilas, ferramentas, cabos e, posteriormente, sacos de areia, adicionados como medida extra de proteção. Também seria equipado com um avançado sistema de comunicação, essencial para o cumprimento de suas missões de reconhecimento. Inicialmente, utilizava o rádio SCR-506, posteriormente substituído pelos modelos mais potentes SCR-510, SCR-608 e SCR-610, de longo alcance. O sistema de rádio poderia ser operado internamente pelo comandante do veículo, permitindo contato direto com o Quartel-General, com unidades avançadas de comando na linha de frente ou até mesmo com forças atuando em teatros de operações mais distantes. Além dos aspectos técnicos, colaboraria para a decisão de se declarar vencedor o T-22 a facilidade com que poderia ser rapidamente integrados às linhas de produção um fator de grande importância diante das demandas de reequipamento. Em março de 1942, após uma série de aperfeiçoamentos decorrentes dos ensaios de campo, o projeto T-22E2 foi oficialmente selecionado para produção em série, recebendo a designação padronizada M-8 Light Armored Car. Pouco tempo depois, passaria a ser popularmente conhecido pelo apelido de "Greyhound" (Galgo), uma referência direta à sua elevada velocidade, agilidade e capacidade de percorrer grandes distâncias com rapidez, características consideradas ideais para missões de reconhecimento e exploração. No entanto, nesse momento, já era evidente que o canhão de 37 mm não se mostrava mais eficaz contra as blindagens frontais e laterais dos novos carros de combate alemães e italianos, que estavam equipados com armamentos de maior calibre. Assim, em um hipotético confronto contra forças do Eixo, tornar-se-ia um alvo vulnerável, especialmente porque sua blindagem fora projetada para resistir apenas ao impacto de armamentos leves, limitando severamente sua capacidade de sobrevivência. Apesar disto optou-se por seguir com a produção em larga escala do veículo, decisão fortemente influenciada pela intensificação das tensões políticas na Europa e no Pacífico, mantendo assim o o cronograma destinado ao reequipamento e modernização das forças armadas norte-americanas. Neste contexto o M-8 um novo e fundamental papel, diferentemente dos carros de combate, sua missão principal não era travar combates decisivos, mas sim localizar o inimigo, explorar brechas, realizar patrulhamento de longo alcance, manter contato entre unidades e fornecer informações em tempo real aos comandantes. Nessa missão, a velocidade e a agilidade foram priorizadas em detrimento do poder de fogo e da blindagem.
Devido ao espaço interno reduzido da viatura, diversos ganchos e suportes foram instalados tanto na torre quanto no casco, permitindo o armazenamento de equipamentos essenciais. Como resultado, a maioria dos itens pessoais da tripulação foi montada externamente sobre os para-lamas dianteiros e traseiros. Entre os acessórios transportados externamente estavam mochilas, ferramentas, cabos e, posteriormente, sacos de areia, adicionados como medida extra de proteção. Também seria equipado com um avançado sistema de comunicação, essencial para o cumprimento de suas missões de reconhecimento. Inicialmente, utilizava o rádio SCR-506, posteriormente substituído pelos modelos mais potentes SCR-510, SCR-608 e SCR-610, de longo alcance. O sistema de rádio poderia ser operado internamente pelo comandante do veículo, permitindo contato direto com o Quartel-General, com unidades avançadas de comando na linha de frente ou até mesmo com forças atuando em teatros de operações mais distantes. Além dos aspectos técnicos, colaboraria para a decisão de se declarar vencedor o T-22 a facilidade com que poderia ser rapidamente integrados às linhas de produção um fator de grande importância diante das demandas de reequipamento. Em março de 1942, após uma série de aperfeiçoamentos decorrentes dos ensaios de campo, o projeto T-22E2 foi oficialmente selecionado para produção em série, recebendo a designação padronizada M-8 Light Armored Car. Pouco tempo depois, passaria a ser popularmente conhecido pelo apelido de "Greyhound" (Galgo), uma referência direta à sua elevada velocidade, agilidade e capacidade de percorrer grandes distâncias com rapidez, características consideradas ideais para missões de reconhecimento e exploração. No entanto, nesse momento, já era evidente que o canhão de 37 mm não se mostrava mais eficaz contra as blindagens frontais e laterais dos novos carros de combate alemães e italianos, que estavam equipados com armamentos de maior calibre. Assim, em um hipotético confronto contra forças do Eixo, tornar-se-ia um alvo vulnerável, especialmente porque sua blindagem fora projetada para resistir apenas ao impacto de armamentos leves, limitando severamente sua capacidade de sobrevivência. Apesar disto optou-se por seguir com a produção em larga escala do veículo, decisão fortemente influenciada pela intensificação das tensões políticas na Europa e no Pacífico, mantendo assim o o cronograma destinado ao reequipamento e modernização das forças armadas norte-americanas. Neste contexto o M-8 um novo e fundamental papel, diferentemente dos carros de combate, sua missão principal não era travar combates decisivos, mas sim localizar o inimigo, explorar brechas, realizar patrulhamento de longo alcance, manter contato entre unidades e fornecer informações em tempo real aos comandantes. Nessa missão, a velocidade e a agilidade foram priorizadas em detrimento do poder de fogo e da blindagem. As primeiras unidades foram entregues aos centros de treinamento blindado localizados em Fort Knox e Fort Riley, no primeiro semestre de 1943, sendo empregados na elaboração de doutrina, treinamento de tripulações e validação dos procedimentos de manutenção. A entrada em serviço ocorreu oficialmente durante o verão, quando os primeiros esquadrões de reconhecimento das divisões blindadas começaram a receber seus veículos. As primeiras unidades contempladas pertenciam aos grupos de cavalaria mecanizada e aos batalhões de reconhecimento divisionários, organizações responsáveis por missões de exploração, segurança dos flancos, ligação entre unidades e reconhecimento avançado. Com o aumento da produção, um grande número foi distribuído às unidades nos teatros de operações do Pacífico e na Inglaterra. Seu batismo de fogo ocorreu, durante a "Operação Husky" na invasão da Sicília, logo após os desembarques iniciais e a subsequente consolidação da cabeça de ponte, centenas foram empregados em missões de reconhecimento, e neste cenário caracterizado por extensas redes viárias e grandes deslocamentos, o novo blindado demonstrou excelente mobilidade estratégica, tornando-se rapidamente popular entre suas tripulações. Contudo, também ficaram evidentes algumas limitações. A blindagem relativamente leve mostrava-se vulnerável ao fogo de armas anticarro e mesmo a canhões automáticos de pequeno calibre, enquanto o canhão de 37 mm já começava a revelar insuficiência contra veículos blindados inimigos, como o Sd.Kfz. 234 Puma. Durante o avanço das tropas aliadas pela península italiana, outra qualidade seria apresentada, com esta se baseando na concepção do seu conjunto motriz, cujos sistemas e componentes mecânicos foram projetados para operar de maneira silenciosa. Como resultado, as unidades de reconhecimento do Terceiro Exército receberam dos alemães o apelido de "Fantasmas de Patton". Um dos episódios mais notáveis envolvendo o M-8 ocorreu durante a Batalha das Ardenas, especificamente na Batalha de St. Vith. Nessa ocasião, um veículo pertencente ao 87º Esquadrão de Reconhecimento de Cavalaria conseguiu destruir um carro de combate Panzerkampfwagen VI Tiger. O êxito da investida deveu-se à habilidade da tripulação, que manobrou estrategicamente, posicionando-se na parte traseira do tanque alemão e disparando três projéteis de 37 mm diretamente contra sua blindagem posterior, relativamente delgada. Os disparos resultaram em um incêndio no compartimento do motor do Tiger, inutilizando o blindado inimigo. Durante sua utilização, tornou-se necessária a adoção de kits de blindagem adicional no assoalho do veículo, a fim de minimizar as perdas causadas por minas terrestres. No entanto, mesmo com essa modificação, a operação em estradas tornou-se menos recomendada, restringindo seu uso a terrenos montanhosos, áreas de lama profunda e regiões cobertas de neve.
Seu emprego na Campanha do Pacífico apresentou características bastante distintas, condicionadas pela geografia, pelo clima e pela natureza das operações conduzidas. Diferentemente da Europa, onde extensas redes rodoviárias favoreciam o uso de veículos blindados sobre rodas, a maior parte das ilhas do Pacífico possuía infraestrutura extremamente limitada, composta por trilhas estreitas, áreas pantanosas, florestas tropicais densas e terrenos vulcânicos, ambientes muito mais adequados aos veículos sobre lagartas. As primeiras unidades equipadas com o M-8 começaram a chegar ao teatro durante o segundo semestre de 1944. Curiosamente seriam muito eficientes contra os carros de combate Type 95 Ha-Go e Type 97 Chi-Ha, que possuíam blindagem leve, tornando-os vulneráveis ao canhão de 37 mm. O emprego mais significativo ocorreu durante a libertação das Filipinas, iniciada com os desembarques, em outubro de 1944. Após o término do conflito, seriam foram empregados durante a Guerra da Coreia (1950-1953), sendo utilizados também para escolta de prisioneiros de guerra e defesa de bases militares pelo Corpo da Polícia Militar (Military Police). Em 1955, um pequeno contingente do modelo ainda em serviço ativo seria concentrado em 05 regimentos de cavalaria blindada, enquanto as demais unidades foram armazenadas como "excedente militar", destinadas a nações aliadas por meio do Programa de Assistência Militar (MAP ). A França tornou-se o maior operador no período pós-guerra, recebendo centenas de unidades entre 1945 e 1954. Foi amplamente utilizado na Primeira Guerra da Indochina, permanecendo em serviço até o fim do conflito, quando muitas unidades foram transferidas ao Exército da República do Vietnã (ARVN). Além disso, a Legião Estrangeira Francesa (FFL) empregou o blindado durante a Guerra de Independência da Argélia (1954–1962). Ainda no continente africano, foi utilizado pelas Forças Armadas da Bélgica, operando em conjunto com as tropas da Force Publique no então Congo Belga. Entre 1943 e 1945, um total de 8.523 unidades do M-8 foram produzidas pelas fábricas da Ford em Chicago, Illinois, e Saint Paul, Minnesota. No período pós-guerra, o modelo permaneceu em operação nas forças armadas de diversos países de mais de 40 países. Durante as décadas de 1960 e 1970, diversas empresas francesas e norte-americanas desenvolveram kits de modernização para o M-8, fornecidos a países como Chipre, Etiópia, El Salvador, Guatemala, Haiti, Jamaica, Marrocos, Venezuela e Zaire. Essas modificações incluíam a substituição do motor por versões a diesel, além da instalação de novas transmissões. Dentre estes processos, destaca-se aquele realizado pelo Exército Nacional da Colômbia, que não apenas aprimorou as características mecânicas , mas também o adaptou para servir como plataforma de lançamento dos mísseis antitanque Hughes BGM-71 TOW. Algumas centenas de unidades ainda permanecem em operação em exércitos na África e na América do Sul.
Seu emprego na Campanha do Pacífico apresentou características bastante distintas, condicionadas pela geografia, pelo clima e pela natureza das operações conduzidas. Diferentemente da Europa, onde extensas redes rodoviárias favoreciam o uso de veículos blindados sobre rodas, a maior parte das ilhas do Pacífico possuía infraestrutura extremamente limitada, composta por trilhas estreitas, áreas pantanosas, florestas tropicais densas e terrenos vulcânicos, ambientes muito mais adequados aos veículos sobre lagartas. As primeiras unidades equipadas com o M-8 começaram a chegar ao teatro durante o segundo semestre de 1944. Curiosamente seriam muito eficientes contra os carros de combate Type 95 Ha-Go e Type 97 Chi-Ha, que possuíam blindagem leve, tornando-os vulneráveis ao canhão de 37 mm. O emprego mais significativo ocorreu durante a libertação das Filipinas, iniciada com os desembarques, em outubro de 1944. Após o término do conflito, seriam foram empregados durante a Guerra da Coreia (1950-1953), sendo utilizados também para escolta de prisioneiros de guerra e defesa de bases militares pelo Corpo da Polícia Militar (Military Police). Em 1955, um pequeno contingente do modelo ainda em serviço ativo seria concentrado em 05 regimentos de cavalaria blindada, enquanto as demais unidades foram armazenadas como "excedente militar", destinadas a nações aliadas por meio do Programa de Assistência Militar (MAP ). A França tornou-se o maior operador no período pós-guerra, recebendo centenas de unidades entre 1945 e 1954. Foi amplamente utilizado na Primeira Guerra da Indochina, permanecendo em serviço até o fim do conflito, quando muitas unidades foram transferidas ao Exército da República do Vietnã (ARVN). Além disso, a Legião Estrangeira Francesa (FFL) empregou o blindado durante a Guerra de Independência da Argélia (1954–1962). Ainda no continente africano, foi utilizado pelas Forças Armadas da Bélgica, operando em conjunto com as tropas da Force Publique no então Congo Belga. Entre 1943 e 1945, um total de 8.523 unidades do M-8 foram produzidas pelas fábricas da Ford em Chicago, Illinois, e Saint Paul, Minnesota. No período pós-guerra, o modelo permaneceu em operação nas forças armadas de diversos países de mais de 40 países. Durante as décadas de 1960 e 1970, diversas empresas francesas e norte-americanas desenvolveram kits de modernização para o M-8, fornecidos a países como Chipre, Etiópia, El Salvador, Guatemala, Haiti, Jamaica, Marrocos, Venezuela e Zaire. Essas modificações incluíam a substituição do motor por versões a diesel, além da instalação de novas transmissões. Dentre estes processos, destaca-se aquele realizado pelo Exército Nacional da Colômbia, que não apenas aprimorou as características mecânicas , mas também o adaptou para servir como plataforma de lançamento dos mísseis antitanque Hughes BGM-71 TOW. Algumas centenas de unidades ainda permanecem em operação em exércitos na África e na América do Sul.Emprego no Exército Brasileiro.
No início da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos passaram a temer que a expansão das potências do Eixo alcançasse o continente americano. A rápida queda da França, em junho de 1940, intensificou essas preocupações ao colocar importantes posições estratégicas como as colônias francesas sob influência alemã. Os Estados Unidos temiam que a Alemanha utilizasse posições estratégicas no Atlântico e na África, como Dacar e as Ilhas Canárias, para estabelecer bases aéreas e navais. Uma presença do Eixo na costa africana poderia ameaçar as rotas do Atlântico Sul e a segurança do continente americano. Nesse contexto, o Brasil ganhou importância estratégica devido à proximidade entre o Nordeste e a costa africana, separados por pouco mais de 2.800 km. Essa posição tornava a região essencial como ponto de apoio aos Aliados, mas também vulnerável a uma possível ofensiva do Eixo. A situação se agravou a partir de 1941, com a expansão japonesa pelo Pacífico e, em 1942, a ocupação de importantes regiões do Sudeste Asiático, restringindo o acesso aliado às principais fontes de borracha natural, essencial à produção de diversos equipamentos militares. Nesse contexto, a Amazônia brasileira ganhou importância estratégica como fonte de borracha natural, tornando o Brasil ainda mais relevante para o esforço de guerra aliado, tanto por sua localização geográfica quanto por seus recursos essenciais à indústria militar. A posição geográfica do Nordeste brasileiro, especialmente Natal e Recife, fazia da região um importante elo entre as Américas e a África, favorecendo as rotas aéreas e marítimas de transporte de aeronaves, tropas e suprimentos para os teatros de operações aliados. Nesse contexto, Natal e Recife tornaram-se importantes pontos logísticos dos Aliados no Atlântico Sul, servindo como escala para o transporte de aeronaves e materiais, enquanto o porto de Recife apoiava a movimentação de tropas, equipamentos e suprimentos destinados aos teatros de operações aliados. A combinação da ameaça militar, da posição estratégica e dos recursos naturais aproximou gradualmente Brasil e Estados Unidos. A partir de 1941, as negociações entre os governos se intensificaram, abrangendo defesa, infraestrutura, matérias-primas e cooperação militar, resultando na adesão ao programa de ajuda militar Lend-Lease Act (Lei de Empréstimos e Arrendamentos). Por meio desse acordo, o Brasil teve acesso inicialmente a uma linha de crédito de aproximadamente US$ 100 milhões, destinada à aquisição de equipamentos militares, veiculo, aeronaves, navios e outros materiais estratégicos. Esses recursos permitiram acelerar o processo de modernização das Forças Armadas brasileiras, possibilitando a aquisição de aeronaves, armamentos, veículos, equipamentos de comunicações e outros meios necessários à estruturação de uma força militar compatível com as novas exigências da guerra moderna.
Nos termos deste acordo passou-se a receber uma expressiva quantidade de material, como caminhões, veículos utilitários leves, aeronaves, embarcações e sistemas de armas começaram a ser incorporados, sendo o Exército Brasileiro o principal beneficiário desse processo. Em termos de blindados, as primeiras entregas ocorreram, com a incorporação dos carros de combate M-3 Stuart e M-3 Lee. Posteriormente, seriam recebidos os veículos de transporte de pessoal M-3A1 Scout Car, seguidos pelo blindados sobre rodas T-17 Deerhound. Paralelamente ao recebimento desse material, o governo brasileiro aprofundava seu compromisso com o esforço de guerra aliado. Tal decisão seria formalizada em 9 de agosto de 1943, por meio da Portaria Ministerial nº 4.744, que determinava a organização da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Caberia ao Exército Brasileiro constituir uma força expedicionária destinada a operar junto aos exércitos aliados no Teatro de Operações do Mediterrâneo. Para seu comando foi designado o General-de-Divisão João Baptista Mascarenhas de Moraes, que passaria a liderar uma força estruturada em torno de 03 regimentos de infantaria apoiados por 04 grupos de artilharia de campanha. A organização um batalhão de engenharia, um batalhão de saúde, uma companhia de transmissões e uma unidade de reconhecimento mecanizado. Como a estrutura seguia os padrões organizacionais adotados pelo Exército dos Estados Unidos (U.S. Army), tornou-se necessária a criação de uma força de reconhecimento capaz de operar à frente dos elementos principais da divisão. Para atender a essa necessidade, o 2º Regimento Motomecanizado, recebeu a missão de preparar uma unidade, sendo selecionado em fevereiro de 1944 o 3º Esquadrão de Reconhecimento e Descoberta, que ao ser incorporado à 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE), recebeu a denominação de 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado (1º Esqd Rec Mec). Sua missão consistia em realizar reconhecimentos avançados, patrulhamento ofensivo, ligação entre unidades e coleta de informações sobre as posições inimigas. Cada pelotão de reconhecimento era organizado em três patrulhas, dispondo de um carro blindado M-8 , duas viaturas Jeep ¼ Ton e diversos veículos de apoio, incluindo transportes meia-lagarta M-3A1, caminhões de carga 2½ Ton 6x6 e diferentes tipos de reboques. Ao todo, cada pelotão contava com aproximadamente 47 viaturas de diferentes categorias, conferindo-lhe elevada mobilidade e autonomia operacional. Cumprindo o cronograma estabelecido, o primeiro contingente brasileiro desembarcou no porto de Nápoles, na Itália, em 16 de julho de 1944. A partir daquele momento, iniciava-se efetivamente a participação do Brasil no teatro de operações europeu, onde as unidades da Força Expedicionária Brasileira (FEB) passariam a atuar ao lado das forças aliadas na campanha pela libertação da Itália.
Após um período de adaptação e treinamento, foram integradas ao V Exército, comandado pelo General Mark Wayne Clark. Durante esta fase, a Força Expedicionária Brasileira (FEB) recebeu a totalidade de seu armamento, equipamentos e viaturas, oriundos dos estoques estratégicos de recompletamento , localizados na cidade de Tarquinia. Entre os diversos meios fornecidos, destacava-se o M-8, totalizando 15 carros, indicados pelos números de série e chassis: 6037498 (chassi 5274), 6040812 (7909), 6038186 (5944), 6037154 (4930), 6038516 (6298), 6035334 (3110), 6033240 (1016), 6033208 (0984), 6038296 (5072), 6040811 (7908), 6036650 (4326), 6037280 (5056), 6012577 (9751), 6036894 (4670) e 6038242 (6018). Nas proximidades de Nápoles, os brasileiros designados para operar os M-8 participaram de um programa de instrução. O treinamento abrangia técnicas de condução, manutenção, comunicações, tiro e emprego tático em missões de reconhecimento e segurança. Sob o comando do 1º Tenente Plínio Pitaluga, tiveram seu batismo de fogo em 12 de setembro de 1944, durante as operações de avanço em direção à região de Vecchiano, na Toscana. Naquela ocasião, o pelotão de blindados foi dividido em dois destacamentos: o primeiro avançou pelo eixo Manacuiccoli–Chiese–Massarosa, enquanto o segundo operou ao longo do eixo San Pietro–San Macário–Piano–San Macário do Norte. Durante essas operações, prestaram apoio direto às unidades de infantaria, executando missões de reconhecimento avançado, patrulhamento ofensivo e ligação entre elementos da linha de frente. Envolveram-se em diversos contatos com forças alemães, algumas delas equipadas com armas anticarro leves e posições defensivas preparadas. A primeira baixa em combate ocorreria na região de Camaiore, em 24 de setembro de 1944, o 2º Sargento Pedro Krinski, de apenas 25 anos, foi mortalmente ferido por estilhaços de granada. Ao longo da campanha, apenas um M-8 seria completamente destruído, após ser atingido por um armamento anticarro. Apesar da perda material, sua tripulação conseguiu evacuar o veículo com sucesso, não havendo registro de feridos. Revelaram-se extremamente valiosos para as operações, sua presença permitia ampliar significativamente o alcance das patrulhas, fornecendo informações oportunas ao comando. Entretanto, as características geográficas do teatro de operações evidenciaram algumas limitações do veículo. Projetado para operar em estradas e terrenos relativamente firmes, o M-8 apresentava dificuldades em regiões montanhosas, cobertas por lama ou neve. Durante os meses de inverno, sua mobilidade fora de estrada era severamente reduzida, obrigando frequentemente sua utilização apenas nas vias pavimentadas ou estradas secundárias. Nessas circunstâncias, o emprego tornava-se ainda mais delicado devido à constante ameaça representada pelos campos minados e armadilhas explosivas deixados pelas forças alemãs em retirada.Durante a ofensiva aliada desencadeada na primavera de 1945, os M-8 foram amplamente empregados em missões de reconhecimento avançado, segurança dos flancos e ligação entre as unidades de infantaria da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Na Batalha de Montese, iniciada em 14 de abril de 1945, esses blindados desempenharam papel decisivo no apoio ao avanço do 11º Regimento de Infantaria, atuando em um ambiente particularmente complexo para os padrões operacionais. O combate urbano travado constituiu uma experiência inédita para as tropas, exigindo a rápida adaptação de táticas e procedimentos diante de ruas estreitas, edificações destruídas e intensa resistência alemã. Com o objetivo de melhorar a mobilidade entre os escombros acumulados nas vias urbanas, algumas viaturas tiveram seus para-lamas removidos, reduzindo o risco de danos durante a progressão. Após a conquista de Montese e o consequente colapso das posições defensivas germânicas no norte da Itália, o esquadrão intensificou suas missões de exploração e perseguição, acompanhando o rápido avanço das forças aliadas. Nessa fase final da campanha, a resistência inimiga tornava-se cada vez mais esporádica, em decorrência da crescente desorganização das forças alemãs e italianas, que iniciavam um movimento generalizado de retirada e rendição. O momento mais marcante da participação dos M-8 ocorreu em 29 de abril de 1945, quando elementos do esquadrão participaram das operações que culminaram na rendição da 148ª Divisão de Infantaria Alemã, comandada pelo General Otto Fretter-Pico, juntamente com remanescentes da Divisão Alpina Monte Rosa. Este episódio representou um dos maiores feitos militares da história militar brasileira, resultando na captura de milhares de soldados inimigos, além de expressivas quantidades de armamentos e veículos. Prosseguindo em suas missões após a capitulação das forças alemãs na região, foram também os primeiros veículos brasileiros a estabelecer contato com unidades do Exército da França Livre na cidade de Susa, no Piemonte, consolidando a ligação entre a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária e as demais forças aliadas que avançavam em direção ao norte da Itália. Ao longo da campanha, as viaturas receberam diversas personalizações realizadas por suas próprias tripulações, refletindo o espírito de corpo e a identidade das unidades expedicionárias brasileiras. Entre os nomes registrados destacavam-se "Vira Mundo", "Leão do Norte", "Pérola", "Andrade Neves" e "Viva Brasil". Com o encerramento oficial das hostilidades iniciou-se o processo de desmobilização com todos os equipamentos e veículos foram entregues ao Comando de Material do Exército dos Estados Unidos nas cercanias da cidade de Roma. Nesta localidade, os veículos, equipamentos e armamentos em melhor estado de conservação foram armazenados e despachados ao Brasil, incluindo os 13 blindados M-8.
No inicio de 1945, seriam recebidos mais 20 M-8, com estes sendo distribuídos a unidades nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Este movimento levaria a concentração de todos os T-17 Deerhound na região sul. A partir de 1947 âmbito do Programa de Assistência Militar (MAP), seria recebida mais de uma centena de viaturas usadas M-8 e M-20, classificadas como excedente militar. Com quase 150 carros em operação foram distribuídos entre os Regimentos de Reconhecimento Mecanizado (RRec Mec) e os Esquadrões de Reconhecimento Mecanizado (EsqdRecMec). Designados oficialmente como VBR M-8 (Viatura Blindada de Reconhecimento sobre Rodas) apresentava como missão a execução de operações de reconhecimento, segurança, cobertura, exploração e ligação, atuando frequentemente à frente das grandes unidades blindadas equipadas com os carros de combate M-3 Stuart, M-3 Lee e M-4 Sherman. Além de suas atribuições operacionais, desempenharam importante função na formação de gerações de oficiais, sargentos e soldados especializados em operações mecanizadas. A Escola de Motomecanização (EsMM) empregou intensivamente essas viaturas em cursos de formação e aperfeiçoamento. Durante as sucessivas crises políticas que marcaram a vida nacional entre as décadas de 1940 e 1960, foram empregados em operações de garantia da lei e da ordem. Em outubro de 1945, durante os acontecimentos que culminaram na deposição do presidente Getúlio Vargas, foram deslocados para pontos estratégicos da então capital federal, o Rio de Janeiro. Situação semelhante ocorreria durante a crise política de novembro de 1955, associada ao Movimento de 11 de Novembro, quando permaneceram em estado de prontidão para assegurar a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek. Seu uso mais intenso em operações internas ocorreria durante os acontecimentos de março e abril de 1964, quando participaram das movimentações realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Entretanto, no início da década de 1960, a frota já apresentava claros sinais de desgaste decorrentes de quase 20 anos de uso contínuo. A dificuldade crescente na obtenção de peças de reposição para os motores e para diversos componentes da transmissão passou a comprometer os índices de disponibilidade. Em resposta a esse problema, o Parque Regional de Motomecanização da 2ª Região Militar (PqRMM/2) iniciou estudos para a modernização e remotorização das viaturas. Esses trabalhos resultaram no M-8B (repontenciado) , equipado com motor diesel e diversas melhorias mecânicas. Ao longo da década de 1970, começaram a ser substituídos por veículos mais modernos, especialmente os blindados de fabricação nacional. Ainda assim, algumas viaturas permaneceram em serviço por vários anos, sobretudo em funções de treinamento e instrução. Seu legado, contudo, permaneceu duradouro, sendo amplamente reconhecido como o veículo que consolidou a doutrina de reconhecimento mecanizado no Exército Brasileiro.
No inicio de 1945, seriam recebidos mais 20 M-8, com estes sendo distribuídos a unidades nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Este movimento levaria a concentração de todos os T-17 Deerhound na região sul. A partir de 1947 âmbito do Programa de Assistência Militar (MAP), seria recebida mais de uma centena de viaturas usadas M-8 e M-20, classificadas como excedente militar. Com quase 150 carros em operação foram distribuídos entre os Regimentos de Reconhecimento Mecanizado (RRec Mec) e os Esquadrões de Reconhecimento Mecanizado (EsqdRecMec). Designados oficialmente como VBR M-8 (Viatura Blindada de Reconhecimento sobre Rodas) apresentava como missão a execução de operações de reconhecimento, segurança, cobertura, exploração e ligação, atuando frequentemente à frente das grandes unidades blindadas equipadas com os carros de combate M-3 Stuart, M-3 Lee e M-4 Sherman. Além de suas atribuições operacionais, desempenharam importante função na formação de gerações de oficiais, sargentos e soldados especializados em operações mecanizadas. A Escola de Motomecanização (EsMM) empregou intensivamente essas viaturas em cursos de formação e aperfeiçoamento. Durante as sucessivas crises políticas que marcaram a vida nacional entre as décadas de 1940 e 1960, foram empregados em operações de garantia da lei e da ordem. Em outubro de 1945, durante os acontecimentos que culminaram na deposição do presidente Getúlio Vargas, foram deslocados para pontos estratégicos da então capital federal, o Rio de Janeiro. Situação semelhante ocorreria durante a crise política de novembro de 1955, associada ao Movimento de 11 de Novembro, quando permaneceram em estado de prontidão para assegurar a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek. Seu uso mais intenso em operações internas ocorreria durante os acontecimentos de março e abril de 1964, quando participaram das movimentações realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Entretanto, no início da década de 1960, a frota já apresentava claros sinais de desgaste decorrentes de quase 20 anos de uso contínuo. A dificuldade crescente na obtenção de peças de reposição para os motores e para diversos componentes da transmissão passou a comprometer os índices de disponibilidade. Em resposta a esse problema, o Parque Regional de Motomecanização da 2ª Região Militar (PqRMM/2) iniciou estudos para a modernização e remotorização das viaturas. Esses trabalhos resultaram no M-8B (repontenciado) , equipado com motor diesel e diversas melhorias mecânicas. Ao longo da década de 1970, começaram a ser substituídos por veículos mais modernos, especialmente os blindados de fabricação nacional. Ainda assim, algumas viaturas permaneceram em serviço por vários anos, sobretudo em funções de treinamento e instrução. Seu legado, contudo, permaneceu duradouro, sendo amplamente reconhecido como o veículo que consolidou a doutrina de reconhecimento mecanizado no Exército Brasileiro.Em Escala.
Para representarmos o Ford M-8 Greyhound FEB 510-6 "Vira Mundo", pertencente ao 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado (1º Esqd Rec Mec) da Força Expedicionária Brasileira, fizemos uso do excelente kit da Italeri na escala 1/35. Para se representar o modelo empregado pelo Exército Brasileiro durante a Segunda Guerra Mundial, não é necessário proceder nenhuma modificação, podendo se montar o modelo diretamente da caixa. Empregamos decais fabricados pela Decal & Books fornecidos juntamente com o livro "FEB na Segunda Guerra Mundial " de Luciano Barbosa Monteiro.
O esquema de cores descrito abaixo representa o padrão de pintura tático empregado em todos os veículos usados pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial. Deve-se levar em conta ainda, uma grande diversidade de posicionamento das marcações nacionais e numerais de série, com este fato sendo motivado pela ausência de normas de identificação visual naquele momento. Já no período pós-guerra operação no Brasil os Ford M-8 Greyhound seriam padronizados no esquema de pintura e marcações empregadas nos demais veículos blindados em uso no Exército Brasileiro.
Bibliografia :
- Blindados no Brasil - Volume I – Expedito Carlos Stephani Bastos
- O 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado da FEB - AMAM por Danilo Tenório Quintino
- Origem do Conceito 6X6 do Veículo Blindado no Exército Brasileiro - http://www.funceb.org.br/images/revista/20_1n8q.pdf
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