Sikorsky H-19D Chickasaw no Brasil

História e desenvolvimento.
Em 23 de maio de 1923, a companhia Sikorsky Aero Engineering Corporation foi fundada nas proximidades do aeródromo de Roosevelt Field, na cidade de Nova York, por Igor Sikorsky, um imigrante dos Estados Unidos que nasceu em Kiev, na Rússia. Desde o inicio a empresa de dedicaria ao projeto e produção de aeronaves civis de treinamento e transporte leve, em 1925, o nome da empresa foi alterado para Sikorsky Manufacturing Company. E tres anos depois em 1929 seguinte transferiria suas instalações industriais para a cidade de Stratford no estado de Connecticut, passando a se tornar parte do grupo industrial e comercial da United Aircraft and Transport Corporation (atualmente United Technologies Corporation). Neste novo contexto, Igor Sikorsky e sua equipe de projetistas se concentraria no desenvolvimento de aviões convencionais com múltiplos motores e aeronaves anfíbias. Porém no final da década de 1930, as vendas deste segmento de aeronaves sofreram drásticas reduções de demanda, levando a diretoria do conglomerado industrial a fundir a divisão de projetos e fabricação da Sikorsky Manufacturing Company, com Vought Aircraft Company. Neste novo cenário, Igor focaria seus esforços no desenvolvimento de uma aeronave de asas rotativas funcional, que culminaria no projeto Vought-Sikorsky VS-300, que realizou seu primeiro voo em 13 de maio de 1940. Após ensaios e voo e modificações, este modelo evoluiria para a aeronave experimental VS-316 ou XR-4, seu primeiro protótipo alçaria voo em 14 de janeiro de 1942, e após ser aceito pelo comando da Força Aérea do Exército Americano (USAAF) em maio do mesmo ano, se tornaria o primeiro helicóptero estável, de rotor único e totalmente controlável a entrar em produção em grande escala. Suas primeiras missões reais durante a Segunda Guerra Mundial, seriam dedicadas a tarefas de busca e salvamento no teatro de operações da China-Birmânia-Índia, tendo emprego também em missões de transporte de componentes para aviação no Pacifico Sul. O sucesso operacional demandaria grande contratos de produção, sendo que ao final do ano 1944 eram entregues aos militares norte-americanos de cinco células a cada seis dias. O projeto conceitual do Sikorsky R-4, passaria a nortear o desenvolvimento da maioria dos novos modelos de aeronaves de asas rotativas desenvolvidas a seguir. 

No final da década de 1940 a diretoria da Sikorsky Manufacturing Company, vislumbrou um grande leque oportunidades que o segmento de aeronaves de asas rotativas poderia trazer nos próximos anos, com o helicóptero passando a assumir papéis importantes não só no meio militar, mas também no mercado civil. Este vislumbre de futuro levaria a empresa a investir recursos próprios visando o desenvolvimento de um novo helicóptero de médio porte para emprego em missões de transporte, busca e salvamento e evacuação aéreo médico. Este projeto tinha por finalidade servir como uma plataforma de teste a fim de se testar novos conceitos de design que visavam proporcionar uma maior capacidade de transporte em carga combinado com facilidade de manutenção e baixo custo de operação. Sobre a tutela do engenheiro e designer Edward F. Katzenberger o projeto, mockups e protótipos foram concluídos em menos de um ano, estando pronto para os primeiros testes em novembro de 1949. Pouco antes do voo do primeiro protótipo o comando da Força Aérea Americana (USAF) iniciava um processo de estudos para o desenvolvimento e aquisição de um helicóptero de transporte capaz de transportar até 10 soldados totalmente equipados, além de 2 pilotos. Neste contexto a empresa apresentou seu modelo Sikorsky S-55 como proposta para participação na concorrência, em comparação aos demais concorrentes que possuíam projetos complexos e pesados por envolverem o uso de dois rotores, verificou-se que a simplicidade do projeto do S-55 era a mais adequada para atender as especificações desta concorrência. A decisão em se instalar o grupo motopropulsor no nariz, proporcionou uma volumosa cabine de carga e passageiros posicionada diretamente abaixo do rotor principal, assim a aeronave tinha a capacidade de transportar uma variada composição de cargas sem afetar de forma adversa seu centro de gravidade. A disposição do motor ainda facilitava as operações de manutenção em solo através das portas duplas, sendo ainda possível realizar a troca do grupo motriz em apenas duas horas.
Colaborando com estes fatores, os flaps de compensação e os servos hidráulicos proporcionaram a aeronave um controle de vôo mais positivo sob diferentes condições de carga, isolando assim o sistema principal de comando da vibração, diminuindo as forças de controle, isto permitia que o agora designado YH-19 pudesse ser pilotado com apenas dois dedos no manche. Este leque de características positivas levaram o modelo da Sikorsky Aircraft a ser declarado vencedor da concorrência, recebendo um primeiro contrato para a produção de 5 aeronaves pré-série que foram entregues a partir de março de 1950 a fim de serem empregadas em um amplo processo de ensaios em voo. Ao final deste foi celebrado o primeiro contrato de produção para 50 células, estas aeronaves receberam a designação de H-19A e estavam equipadas com um motor radial Pratt & Whitney R-1340-57 com 600 hp de potência. Com o reconhecimento das inerentes qualidades daquele helicóptero o modelo conquistaria um contrato para o fornecimento de aeronaves para a Marinha Americana (US Navy), o Corpo de Fuzileiros (USMC), e Guarda Costeira (USCG), pequenas modificações foram implementadas nascendo assim a versões HO4S-1, HO4S-2 e HO4S-2G.  No entanto, o HO4S quando em operação em um ambiente aéreo-marítimo foi severamente avaliado no quesito de potência, levando a fabrica a reequipar as aeronaves já entregues com o motor radial Wright R-1300-3 de 700 hp, sendo este equipamento adotado em todas as versões posteriores entregues.

O  Sikorsky H-19 Chickasaw possui a distinção de ser o primeiro helicóptero de transporte efetivo do Exército Americano (US Army) e, como tal, desempenhou um papel importante na formulação inicial da doutrina do Exército em relação à mobilidade aérea e ao emprego no campo de batalha de helicópteros que transportam tropas. Com o estágio pleno operacional atingido foi decidido imergir o modelo em um cenário real de emprego, com várias aeronaves pertencentes ao 6ª Companhia de Transporte do Exército, sendo deslocadas para a península coreana, onde seriam empregadas na Guerra da Coreia. As missões tiveram início em meados de 1951 atuando em missões de transporte desarmado, evacuação médica, controle tático e suporte de carga na linha de frente. E nestas tarefas conseguiu superar admiravelmente as capacidades do Sikorsky H-5 Dragonfly, usado durante a guerra pelo Exército Americano (US Army). Já o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC) fez uso extensivo do modelo na Guerra da Coréia, com as primeiras 15 aeronaves da versão, pertencentes ao esquadrão HMR-161 “Greyhawks”, chegando no país em 2 de setembro de 1951. A primeira surtida operacional real, ocorreria em 13 de setembro, durante a Operação Moinho de Vento I, quando os Sikorsky HRS-1 transportaram 8.527 kg de equipamento e 74 fuzileiros navais para uma cordilheira na área de Punchbowl. Na semana seguinte seriam transportados mais 224 fuzileiros navais e mais 8.000 kg de equipamento para locais próximos a este. Os helicópteros Sikorsky HRS-1 também foram usados ​​para realocar as baterias dos lançadores de foguetes. O modelo da Sikorsky provou ser durável e confiável em situações reais de conflito, registra-se o fato de que um deles voou para casa, depois de perder 46 cm da lâmina do rotor principal após um choque com uma árvore. Ainda neste aspecto de robustez e operacionalidade o esquadrão HMR-161“Greyhawks”, relatou durante a campanha da Coréia,  índices de 90% de disponibilidade de aeronaves.
Paralelamente no mercado civil a versão Sikorsky S-55 conquistaria grande vendas nos Estados Unidos e Europa. Em 1 de setembro de 1953, a empresa Belga de transporte aéreo Sabena (Société Anonyme Belge d'Exploitation de la Navigation Aerienne) usou o Sikorsky S-55 para inaugurar o primeiro serviço de helicóptero comercial na Europa, com rotas entre Roterdã e Maastricht na Holanda e Colônia e Bonn na Alemanha. No meio militar a aeronave seria fabricada sob licença pela empresa inglesa Westland Aircraft, sendo este processo seguido com contratos de produção, junto a Mitsubishi no Japão e Sud Aviation na França, com estes contratos atingindo a casa de 547 células produzidas. O S Sikorsky S-55 deixou as linhas de produção da empresa, somente em 1960, com a entrega de 1.061 unidades divididas em versões civis e militares. A partir de 1969 o modelo passou a ser retirado do serviço ativo junto as forças armadas norte americanas, sendo repassadas a nações como Argentina, Brasil, Canada, Bélgica, Chile, Cuba, Dinamarca, República Dominicana, Grécia, Guatemala, Haiti, Israel, Itália, Índia, Noruega, Paquistão, Filipinas, Portugal, Vietnã do Sul, Espanha, Tailândia, Peru e Peru.

Emprego na Força Aérea Brasileira.
O emprego de aeronaves de asas rotativas na Força Aérea Brasileira tem início em março de 1952, quando é celebrado um contrato junto a Bell Helicopter Co. para a aquisição de quatro células do Bell Model 47 D1 H-13D novas de fábrica, esta aeronave na época representava a versão mais avançada da aeronave em produção.  Apesar de comporem uma minúscula frota, estes helicópteros foram empregados em um variado leque de missões, englobando inclusive tarefas de busca e salvamento, podendo ainda neste contexto operar em ambiente naval, tendo vista a existência de kits de flutuação para os helicópteros. Porém mediante o compromisso assumido pelo governo brasileiro em meados da década de 1940, quando o país passou a ser signatário da "Convenção sobre Aviação Civil Internacional”, levariam a necessidade de se dispor no âmbito da Força Aérea Brasileira de uma aeronave de asas rotativas especializada para missões de busca e salvamento. Pois, entre vários tópicos desta convenção, figurava o artigo de número 25, que definia todo o escopo referente ao planejamento e execução de missões de buscas e salvamento dentro das áreas geográficas continentais e marítimas de responsabilidade de cada país. Para atendimento a esta demanda em 16 de novembro de 1950, o Ministério da Aeronáutica (MAer), procedeu a criação do "Serviço de Busca e Salvamento" passando a equipar esta unidade, com aeronaves especializadas nesta missão Boeing SB-17G, recebidas em 1951, sendo complementadas com algumas aeronaves Consolidated PBY5A Catalina. Apesar de serem aeronaves com grande raio de ação e capacidade anfíbia, havia ainda uma lacuna a ser preenchida, a de aeronaves de asas rotativas, vetor considerado indispensável para o emprego com sucesso deste tipo de missão. Para atendar a esta necessidade em 1956,  foram desenvolvidos estudos pela Força Aérea Brasileira, para a escolha e aquisição de um pequeno lote de helicópteros a fim de serem exclusivamente operados em missões de Busca e Salvamento.

Dentre as opções avaliadas naquele período, a melhor solução baseada na relação de custo benefício de aquisição e operação, repousava sobre o modelo Sikorsky H-19D Chickasaw (variante esta originalmente destinada ao Exército Americano – US Army),  pois este modelo de helicóptero fazia parte do portfólio de aeronaves militares norte americanas que poderia ser adquirida de dentro dos termos do Plano de Ajuda Mútua (MAP) anteriormente firmado entre os governos do Brasil e Estados Unidos.  Negociações seriam realizadas, prevendo a aquisição de quatro células deste modelo, com a solução sendo definida pela cessão de aeronaves pertencentes a aviação do Exército Americano (US Army), que apesar de serem células usadas, eram relativamente novas e apresentavam excelente vida útil e baixa horas de voo.  Com a definição dos vetores, restava agora criar uma nova unidade aérea especializada em missões de busca e salvamento, então em 6 de dezembro de 1957, pela Portaria 60/GM2, era criado o Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAv), unidade que deveria ser sediada na  Base Aérea de São Paulo (BASP), no município de Guarulhos, no estado de São Paulo. Este grupo teria como dotação inicial aviões anfíbios Grumman SA-16A Albatroz e helicópteros Sikorsky H-19D Chickasaw. Para atendimento ao cronograma de implementação, neste mesmo mês a Diretoria de Material da Aeronáutica (DIRMA), foi instruída a colocar em marcha as providencias necessárias ao recebimento dos helicópteros Sikorsky H-19D Chickasaw. Com a estrutura de pessoal da nova unidade definida, um seleto grupo de oficiais e mecânicos foram selecionados para participarem de um programa de treinamento patrocinado pelo fabricante nos Estados Unidos, a fim de se tornarem os multiplicadores para a operação e manutenção da nova aeronave no país. Este programa englobaria ainda a capacitação das equipagens para a realização de todo o escopo de missões de Busca e Salvamento (SAR), amparada na doutrina militar norte americana.
Os quatro Sikorsky H-19D Chickasaw. foram desmontados e transportados em aviões Douglas C-124 Globemaster II da Força Aérea Americana (USAF) sendo recebidos Base Aérea do Galeão   ao longo do mês de fevereiro de 1958.  Deslocados para um hangar junto ao prédio de comando, as células começaram a ser montadas por uma equipe técnica liderada pelos tenentes Lemar Gonçalves e Jose Marioto Ferreira do 2º/10º Grupo de Aviação “Esquadrão Pelicano”. Após a finalização deste processo e a efetivação de ensaios em voo, as aeronaves agora matriculadas como Sikorsky H-19D “ FAB 8504 a FAB 8507”, foram liberadas para operação, sendo uma a uma transladadas em voo para a Base Aérea de São Paulo (BASP) a partir 02 e maio de 1958. Já em posse de todo efetivo operacional o “Esquadrão Pelicano” iniciou a fase operativa para a formação da doutrina operacional com os helicópteros da Sikorsky H-19D Chickasaw.  operando em conjunto com os recém-chegados Grumman SA-16 Albatroz. A primeira ativação real ocorreu em de 21 de maio de 1958, quando o Sikorsky H-19D “FAB 8506” foi acionado pela Capitania dos Portos de Santo, a fins de realizar missões de busca a sobreviventes de uma lancha que explodira, durante o trajeto entre as ilhas de São Sebastião e Santos, no litoral paulista. Esta foi a primeira de muitas missões reais, durante a sua vida operacional no 2º/10º Grupo de Aviação “Esquadrão Pelicano”, os Sikorsky  H-19D participaram de inúmeras missões de busca e de resgate, além de atuarem no apoio a diversas calamidades, como enchentes, em várias ocasiões, com grande sucesso e operacionalidade.

A primeira e única perda de aeronave ocorreu em 25 de outubro de 1960, quando o Sikorsky H-19D “FAB 8504” em proveito de uma missão em apoio a Comissão Nacional de Energia Nuclear na região de Barra do Pirai no Rio de Janeiro, colidiu com o solo, provocando a morte do piloto e do mecânico. A reduzida frota total agora passava a preocupar o comando do 2º/10º Grupo de Aviação “Esquadrão Pelicano”., sobre a disponibilidade mínima operacional para a realização de missões de busca e salvamento, a este fator somava-se a obsolescência do modelo, não sendo assim recomendada a aquisição de mais células do mesmo modelo de aeronave. A solução mais sensata seria a aquisição de uma nova aeronave de asas rotativas com propulsão turbo eixo, sendo mais moderna e confiável que os antigos e dispendiosos motores radiais a pistão. Assim desta maneira o Ministério da Aeronáutica (MAer), em meados 1964 decidiu pela aquisição de 14 células novas de fábrica do modelo Bell Helicopter 205 dispostos a variante UH-1D Huey. Oito destas aeronaves eram destinadas a missões de transporte e ataque e seis células seriam configuradas para missões de busca e salvamento (SAR) e evacuação aero médica. Os Sikorsky H-19D permaneceram em operação no Esquadrão Pelicano até 26 de outubro de 1967, quando foram enfim substituídos pelos novos Bell SH-1D Huey. As aeronaves remanescentes foram transferidas para o Centro de Instrução e Emprego de Helicópteros (CIEH), unidade recém-criado no Destacamento de Base Aérea de Santos, na cidade de Guarujá, no litoral sul de São Paulo, onde passaram a ser empregadas em missões de treinamento e transporte. Entretanto, essa transferência não postergou o inevitável, pois a Força Aérea Brasileira se encontrava neste período, em pleno processo de renovação de sua frota de aeronaves de asas rotativas, com a aquisição de dezenas de células dos Bell UH-1H e Bell 206 Jet Ranger.
Neste novo vislumbre os Sikorsky H-19D enfrentavam altos índices de indisponibilidade devido principalmente a falta de peças de reposição dos antigos motores radias Wright Cyclone R-1300-3.  Assim em abril de 1969, as três células remanescentes foram preparadas para alienação com sua exclusão da carga, permanecendo em serviço no Centro de Instrução e Emprego de Helicópteros (CIEH) até 6 de junho de 1969, quando foram desativados do inventário da Força Aérea Brasileira.  Após 11 anos de profícuo serviço em prol de nosso País e da Aviação de Busca e Salvamento. Carregando o legado de ter estabelecido o da doutrina operacional de asas rotativas em missões de busca e salvamento. Cabe ainda ao modelo o registro da primeira operação de busca e salvamento em zonas de conflagração real, quando em 3 de fevereiro de 1964, pilotos da Força Aérea Brasileira, fazendo uso de aeronaves Sikorsky H-19D da Organização das Nações Unidas (ONU), empreenderam as primeiras missões de resgate em combate, durante a participação do pais nas Forças de Paz da ONU, na região de Katanga no Congo. Tais feitos heroicos deste dia levariam o comando da Força Aérea Brasileira a celebrar o “Dia da Aviação de Asas Rotativas”. 

Em Escala.
Para representarmos o Sikorsky H-19D Chickasaw "FAB 8506" quando em serviço junto ao2º/10º Grupo de Aviação “Esquadrão Pelicano” , fizemos uso do antigo kit da Revell na escala 1/48 (única opção existente no mercado nesta escala). Apesar do modelo apresentar um despojamento total no detalhamento interno da cabine (o qual deve ser todo realizado em scratch), o kit traz a opção de apresentarmos aeronave com o compartimento do motor radial aberto, o que sem dúvida compensa o conjunto final. Para compormos as marcações nacionais empregamos decais diversos produzidos pela FCM Decais, as marcações seriais foram feitas usando os decais presentes em set para a escala 1/72 do mesmo fabricante (Set 72/13).
O esquema de cores (FS) descrito abaixo representa o segundo padrão de pintura empregado nos H-19D, pois foram originalmente recebidos com as faixas de alta visibilidade na cor laranja, recebendo após as revisões em âmbito de parque as marcações em amarelo. Quando de sua transferência em 1967 para o  Centro de Instrução e Emprego de Helicópteros (CIEH), estas aeronaves receberam um nova padrão de pintura totalmente em cor de metal natural, recebendo a identificação da unidade nas laterais da fuselagem em letras pretas. 

Bibliografia :

Esquadrão Pelicano 50 anos de História - Mauro Lins Barros & Oswaldo Cruz
- Aeronaves Militares Brasileiras 1916 – 2015 – Jackson Flores Jr
- Sikorsky H-19 Chicksaw - Wikipedia - https://en.wikipedia.org/wiki/Sikorsky_H-19_Chickasaw
- História da Força Aérea Brasileira – Prof Rudnei Dias Cunha
- Sikorsky H-19D Na FAB, por Aparecido Camazano Alamino - Revista Asas Nº 32