Northrop F-5EM Tiger II Modernizado


História e Desenvolvimento. 
Em meados da década de 1950 a tecnologia aeronáutica atingia uma velocidade evolutiva sem precedentes na história da aviação moderna, no entanto este avanço trazia como fator negativo o crescente custo de desenvolvimento, aquisição e operação, superando em muito as aeronaves similares concebidas na década anterior. Este cenário causava extrema preocupação junto as autoridades militares norte americanas, pois projetos de aquisição de aeronaves estratégicas começavam a apresentar vultuosos orçamentos, oque levaria pela primeira vez na decisão de priorizar alguns programas em detrimentos de outros. Esta possível redução de programas de aquisição passaria a assombrar  também os fabricantes de aeronaves, que dependiam quase que totalmente de projetos militares para sua subsistência, e temiam que suas receitas fossem reduzidas em face a cortes orçamentários. Neste contexto a busca por projetos que contemplassem uma melhor relação de custo beneficio poderiam se tornar diferencias competitivos neste novo cenário. Esta percepção que se tonaria clara para a Northrop Aircraft Corporation, que em 1956 criou uma equipe de desenvolvimento chefiada pelo vice-presidente de engenharia e aeronaves, Edgar Schmued., com o objetivo de projetar uma nova aeronave  de combate leve com alto desempenho, de custo  custo operacional muito inferior ao caças de combate daquela geração. Este projeto receberia a designação de "N-156" e se espelhava em parâmetros exigidos em uma concorrência anteriormente lançada pela Marinha Americana (US Navy), para o desenvolvimento de um caça leve  para emprego em seus porta aviões de escolta. Porém em 1957 dentro de uma nova definição estratégica este tipo de embarcação seria retirado de serviço, levando ao cancelamento da concorrência. Apesar deste pequeno revés a empresa seguiu com o projeto  derivando o em duas vertentes, uma destinada a um caça tático leve o "N-156F" e uma aeronave de treinamento avançado o "N-156T". O conceito deste último agradaria muito o comando da Força Aérea Americana (USAF), sendo assim selecionado como treinador padrão. Apesar da negativa em relação a versão monoplace, a companhia decidiu com recursos próprios continuar o desenvolvimento da aeronave. Esta iniciativa seria recompensada, pois em 25 de fevereiro de 1958 seria iniciado um estudo para a criação de uma aeronave multifuncional para exportação no  âmbito do Programa de Assistência Militar (MAP) a nações amigas. Este programa se materializaria em 1962 com a criação do Programa FX uma concorrência para a aquisição de mais 200 aeronaves, com a proposta do modelo  "N-156F" da Northrop Aircraft Corporation sendo declarado vencedor.

No ano de 1969, o governo norte americano no anseio de manter sua influência militar sobre seus aliados, passou a considerar o desenvolvimento de um sucessor para a família  de caças F-5A/B Freedom Fighter. Uma concorrência seria lançada sob a designação de Programa IIFA (Improved International Fighter Aircraft)  para o atendimento desta demanda, com oito empresas sendo convidadas a participar deste processo. As propostas apresentadas seriam analisadas, com o modelo F-5A-21 Northrop Aircraft Corporation, sendo definido em janeiro de 1970 como vencedor. A nova aeronave era basicamente uma evolução do modelo anterior, apresentando inúmeras melhorias, que tinham como objetivo principal sobrepujar em termos de desempenho os caças soviéticos MIG-21. A nova aeronave agora designada como F-5E Tiger II além de melhor motorização, passava apresentar um novo radar Emerson Electric AN / APQ-153, aviônicos mais sofisticados, sistemas de navegação inercial , equipamentos TACAN (Tatical Air Navegation) e ECM (Electronic Countermeasures), melhorias estas que combinadas melhorariam substancialmente a capacidade de operação e sobrevivência em ambiente hostil. Em 6 de abril de 1973 a primeira aeronave seria entregue ao  425º TFS (Tactical Fighter Training) sediado na Base Aérea de William, esquadrão este que seria o responsável pelo treinamento de equipes e formação de treinamento operacional da aeronave. Após a conclusão deste programa, as primeiras células começaram a se despachadas para as bases norte americanas no Sudeste Asiático, passando a receber seu batismo de fogo na Guerra do Vietnã, participando das operações “Skoshi Tiger”. Neste cenário seriam operados não só pela Força Aérea Americana (USAF), mas também pela Força Aérea do Vietnã do Sul (VNAF). Através dos programas de assistência militar os Northrop F-5E Tiger II seriam exportados para a  Coreia do Sul, Irã, Chile, Brasil, México, Suíça, Malásia, Cingapura, Taiwan, Marrocos, Jordânia, Grécia, Tunísia, Arábia Saudita, Etiópia. Honduras, Indonésia, Quênia, Noruega, Sudão e Iêmen.
A produção  atingiria até 1987 um total de 1.399 células, dispostas entre as versões monoplace e biplace, e no final desta mesma década o modelo em seu pais de origem passaria a ser substituído  pelas primeiras versões do novo caça multifuncional General Dynamics F-16 Fighting Falcon. No inicio da década seguinte era claro que o Northrop F-5E Tiger II se encontrava tecnologicamente defasado quando comparado as novas ameaças de caças soviéticos, e as células norte americanas excedentes começaram a ser  alienadas e vendidas para nações que já haviam adquirido a aeronave anteriormente e assim necessitavam recompor suas frotas. Ainda um grande numero de células seriam transferidas para as Unidades Especializadas em Treinamento de combate Dissimilar (ACT), tendo  como destino principalmente os esquadrões 57th, 64th e  65th (Fighter Weapons Squadrons) que operavam junto a Base Aérea de Nellis no estado de Nevada. E por fim as aeronaves remanescentes que pertenciam a Força Aérea Americana (USAF) foram cedidas a Marinha Americana (US Navy) e Aviação do Corpo de Fuzileiros Navais (US Marine) para emprego no processo de formação avançada de pilotos de caça (inclusive sendo empregadas na escola Top Gun). Apesar da defasagem tecnológica quando comparados as aeronaves de quarta geração, o  Northrop F-5E Tiger II apresentavam ainda pontos positivos, como excelente manobrabilidade, baixa assinatura aos radares, aliadas a excelente relação custo benefício operacional. Estes fatores levariam alguns dos maiores operadores do modelo a vislumbrar soluções para o prolongamento da vida útil desta família de aeronaves, com este conceito se baseando no retrofit estrutural das células e  na atualização da avionica, radares e sistemas de armas, recuperando assim sua capacidade operacional na moderna arena de combate aéreo perante as aeronaves de nova geração.

Neste contexto em 1991 a Força Aérea da Republica de Singapura (RSAF), se tornaria o primeiro operador do Northrop F-5E Tiger II  a implementar um programa de modernização nestas aeronaves,  com o programa se baseando principalmente na adoção do moderno radar FIAR Grifo-F da Galileo Avionica (similar em desempenho aos modelos AN/APG-69), aviônicos de última geração, atualização dos sistemas de navegação e autodefesa, além da integração sistemas de armas mais modernos como os mísseis israelenses  ar ar de curto alcance Rafael Python e norte americanos de longo alcance (BVR além do alcance visual) AIM-120 AMRAAM. Em seguida a Força Aérea Chilena (FACH) lançaria um programa similar de modernização para suas aeronaves, com a concorrência sendo vencida em uma parceria entre a Empresa Nacional de Aeronáutica - ENAER e a israelense Israel Aircraft Industries - IAI, com seu protótipo sendo apresentado na edição de 1993 na Feira Aeronáutica Le Bourget na França. O resultado deste processo despertaria atenção no evento pois tecnicamente representava a versão mais ousada em termos de atualização efetivada até o momento, empregava em sua concepção sistemas e equipamentos oriundos do projeto do caça de quarta geração israelense  IAI LAVI, destacando-se o radar multimodo Elta EL/M-2032B (com capacidade look down shot down), Head Up Display El-Op , dois displays multi função Astronautics, barramento digital MIL-STD 1553B, conceito dispositivo de manche e manete de potência combinados (HOTAS), e sensores sistemas de  defesa passiva do tipo RWR/ECM integrados com lançadores de chaff/flare. Todos estes sistemas estavam integrados a um computador central e ao moderno sistema de armas ar ar composto por misseis também israelenses de curto alcance  Shafrir e Python III, com capacidade ainda para operação de  misseis do tipo BVR (além do alcance visual) Rafael Derby.
Ao todo quatorze células divididas entre os modelos monoplace e biplace seriam incluídos neste processo de modernização pela Força Aérea Chilena (FACH), com os modelos emergindo deste processo com a nova designação de F-5E/F Tiger III. No ano seguinte estas aeronaves provariam seu valor e suas novas qualidades quando da realização do exercício multinacional SALITRE, onde estas aeronaves equipadas com os modernos capacetes israelenses do tipo DASH (Display and Sight Helmet System) integrados aos eficientes misseis ar ar de curto alcance Python IV, lograram um significativo índices de sucessos em combate simulados contra os modernos caças de quarta geração General Dynamics F-16C Fighting Falcon   e experientes pilotos norte-americanos do Esquadrão de Caça 198º (Fighter Squadron). Cerca de doze nações já implementaram diversos níveis de modernização ou retrofit de células operacionais, permitindo assim que a família Tiger II se mantenha em operação até fins da década de 2020, completando uma carreira de quase 45 anos de serviço.

Emprego na Força Aérea Brasileira.
Em fins de década de 1990 a Força Aérea Brasileira dispunha em sua frota de , apenas sessenta e cinco aeronaves de caça e ataque, divididas entre os modelos franceses Marcel Dassault Mirage IIIE e norte americanos Northrop F-5E Tiger II, dispostos em quatro unidades de caça de primeira linha. Vetores estas pertencentes a segunda e terceira geração de aeronaves de combate, sendo consideradas ultrapassadas em termos de tecnologia embarcada e sistemas de armas. Este cenário seria comprovado inúmeras vezes, quando as aeronaves brasileiras enfrentaram aeronaves de quarta geração dos modelos Dassault Mirage 2000 e Lockheed F-16C/D Fighting Falcon em âmbito de exercícios  multinacionais conjuntos.  A maior deficiência dos caças da Força Aérea Brasileira estava baseada na incapacidade de operação no ambiente de guerra além do alcance visual (BVR),  fator determinante na moderna arena de combate aéreo. Além da defasagem tecnológica evidente, uma significativa parcela destas aeronaves eram compostas pelos caças franceses Dassault Mirage IIIEBR/D, se encontravam  próximo ao limiar da vida útil das células, antevendo assim sua necessidade de substituição a médio prazo. A solução mais obvia, seria a aquisição de pelo menos cinquenta aeronaves multimissão de quarta geração para substituição dos dois modelos de caças em uso até então. Esta demanda se materializaria em julho do ano 2000, com  a aprovação do Programa de Fortalecimento do Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, que apresentava como braço armado o projeto FX BR, detentor este de um orçamento de  US$ 700 milhões, para a compra de 12 a 24 caças de superioridade aérea. Um criterioso processo de análise técnica seria realizado pelo Ministério da Defesa, chegando a fase de seleção final "short list", infelizmente no ano de 2002 um novo governo assumiria o poder, e apesar do programa contar  com financiamento externo, este seria cancelado por decisão do novo mandatário, com a argumentação que os recursos seriam melhores aplicados em programas sociais. 

Apesar desta negativa, a premente necessidade de substituição e modernização, se fazia presente, e o comando da Força Aérea Brasileira imbuída da missão de fazer o máximo possível com o seu reduzido orçamento, decidiu derivar por dois caminhos, sendo um pautado pela aquisição de 10 a 12 caças usados para a substituição dos Dassault F-103E Mirage, e outro pelo estudo para a aplicação de um processo de modernização de sua frota de caças Northrop  F-5E/F Tiger II. Os primeiros estudos seriam baseados no exitoso programa aplicado junto aos caças F-5E Tigres III chilenos, levando este a formalização de uma parceria entre a Embraer S/A e a empresa israelense Elbit Systens, nascendo assim o  programa F-5BR. No dia 30 de dezembro de 2001, seria aprovado um orçamento no valor de US$ 285 milhões, visando o  retrofit estrutural e  modernização da avionica e sistemas de armas de  de 43 células dos modelos F-5E Tiger II e 3 do F-5F Tiger II. Este programa teria como destaque a instalação de um moderno radar Pulso Doppler Grifo F/BR (Grifo-X P2803) com capacidade look down shot down, abrangendo a implementação de uma cabine equipada com três mostradores multifuncionais (MFD) em cores e leitura HUD, com todos estes sistemas e iluminação projetados para missões noturnas. Adoção de um sistema de radio V/UHF digital da marca Rohde & Schwartz, com previsão de enlace de dados interoperacionalidade com as aeronaves Embraer  R-99 A/B e A-29 Super Tucano.A tecnologia de quarta geração incluiria o sistema HMD (mostrador montado no capacete) do modelo DASH 4, link para dados, sistema de planejamento de missão, AACMI (Instrumentação Autônoma para Simulação e Avaliação de Manobras de Combate) e capacidade para treinamento virtual de vôo. Este conjunto seria complementado pela adoção do dispositivo de manche e manete de potência combinados (HOTAS), dois computadores de alto desempenho e um sistema integrado de navegação INS/GPS. Em termos de sistemas de auto defesa a aeronave passaria a contar com um elaborado conjunto de contra-medidas eletrônicas (ECM), receptores de aviso de radar (RWR) integrados com lançadores de chaff/flare.
Além do processo de modernização de sistemas, este programa incluiria um completo retrofit estrutural, abrangendo também a padronização das aeronaves, que apresentavam diferenças entre si, pois foram fornecidas em dois lotes, incluindo também a instalação da sonda de reabastecimento em voo nas aeronaves recebidas em 1988. As duas primeiras aeronaves que seriam utilizadas como protótipos do programa foram recebidas nas instalações da  Embraer em São José dos Campos,  no dia  21 de fevereiro de 2001. O primeiro protótipo na versão biplace realizaria seu primeiro voo em 4 de dezembro de 2003 e o monoplace em 16 de junho de 2004. A primeira aeronave modernizada o F-5EM Tiger II FAB 4586 foi entregue oficialmente no dia 21 de setembro de 2005 na Base Aérea de Canoas no Rio Grade do Sul. Como curiosidade esta célula foi o primeiro F-5E Tiger II produzido pela Northrop Aircraft Corporation, tendo voado pela primeira vez em 11 de agosto de 1972.  No ano de 2007 seria negociado junto ao governo jordaniano a aquisição de  mais oito aeronaves da versão monoplace, células estas tiveram a compra condicionadas como fator obrigatório para o recebimento de 03 unidades do modelo biplace. Posteriormente somente estes "novos" F-5F Tiger II seriam modernizados com os demais servindo como fonte de peças de reposição. Apesar do empenho de todos os envolvidos, ocorreram atrasos no cronograma inicial previsto, pois problemas de ordem orçamentaria afligiram o Ministério da Defesa, postergando a conclusão do processo até o ano de 2013 quando a última aeronave modernizada foi entregue a Força Aérea Brasileira.

As aeronaves que emergiram deste processo de modernização passando a contar com um novo leque de sistema de armas, entre estes os misseis de curto alcance Python-4 e Piranha, de longo alcance com capacidade de engajamento além do visual (BVR), kits para bombas inteligentes LGB ou Lizard para o emprego com os modelos MK-82 ou MK-84. Complementando esta suíte, foram  integrados a aeronave pods israelenses de guerra eletrônica dos modelos Rafael Skyshield e Rafael Litening III, para reconhecimento, designação de alvos por laser, infravermelho IR ou GPS. Pode-se afirmar que a introdução em serviço dos Northrop F-5EM Tiger II, elevou a Força Aérea Brasileira a um novo patamar de capacidade operacional, podendo enfrentar em regime de igualdade na arena de batalha moderna as demais aeronaves de quarta geração. Sua capacidade de enlace de dados e interoperacionalidade com as aeronaves de alerta aéreo antecipado Embraer E-99, sensoriamento remoto Embraer R-99 e aeronaves de ataque como os Embraer A-29 ALX e A-1M AM, permitiriam a força aérea a operar no conceito de "ataque por pacotes", fazendo uso de modelos de aeronaves de distinto emprego. Novas doutrinas seriam criadas, priorizando o combate ar ar no ambiente além do visual, sendo empregados frequentemente em combates simulados contra os caças Dassault Mirage F-2000C do 1º Grupo de Defesa Aérea. Este processo evolutivo seria coroado quando da participação do 1º/14º Grupo de Aviação - Esquadrão Pampa no prestigioso exercício multinacional RED FLAG no deserto de Nevada, realizado em junho de 2008 nos Estados Unidos, onde cinco F-5EM participaram de combate simulados contra aeronaves Boeing F-15E Eagle, Lockheed F-16C Falcon e Saab JAS 39 Gripen, obtendo excelentes resultados operacionais.
Além de ser operado pelo  1º Grupo de Aviação de Caça e pelo 1º/14º Grupo de Aviação, a versão modernizada passaria a dotar o 1º/4º Grupo de Aviação - Esquadrão Pacau, a partir de 12 de dezembro de 2010, em substituição aos veteranos jatos de treinamento avançado Embraer  AT-26  Xavante, elevando assim este esquadrão  a categoria de unidade de caça de primeira linha, com a mesma sendo transferida para a Base Aérea de Manaus. Em fins de 2013, após a desativação precoce dos interceptadores franceses Dassault Mirage 2000 B/C, o 1º Grupo de Defesa Aérea (1ºGDA) passou a ser equipado com os Northrop F-5EM Tiger II, devendo se manter nesta missão até a entrada em operação dos novos caças suecos Saab F-39 Gripen NG em meados do ano de 2022. Já no ano de 2021 as primeiras células dos caças norte-americanos começaram a ser desativadas do serviço ativo da Força Aérea Brasileira. Especula-se que todas as aeronaves devem ser enfim desativadas até meados desta década.

Em Escala.
Para representarmos o Northrop F-5EM Tiger II “FAB "4834 “, empregamos o antigo kit da Monogram, na escala 1/48. Para adequarmos este modelo a versão brasileira, adicionamos itens como a barbatana dorsal confeccionada em plasticard , sonda de reabastecimento em voo ( peça em resina ), receptores de aviso de radar (RWR, e dispensers dos lançadores de chaff e flares. Para configurar o pacote de armamentos confeccionamos os misseis Rafael Derby em scratch e usamos os mísseis  Python III em resina confeccionados pela  Paragon Models. Empregamos decais impressos pela FCM Decais , presentes no antigo Set 48/03.
O esquema de cores (FS) descrito abaixo representa o padrão de pintura tático atual, empregado por todas as aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira, apresentando as marcações em baixa visibilidade. Existem pequenas variações referentes a aplicação das marcações exclusivas das cinco unidades que empregam o modelo.

Bibliografia :

- Os Tiger Afiam suas Garras - Carlos Lorch - Revista Força Aérea Nº3
- Northrop F-5 Wikipedia - http://en.wikipedia.org/wiki/Northrop_F-5
- História da Força Aérea Brasileira, Professor Rudnei Dias Cunha - http://www.rudnei.cunha.nom.br/FAB/index.html
- Mike , um Novo Vetor de Armas – Jose Leandro P- Casella – Revista Força Aérea Nº 45
- Os F-5M da FAB – Defesa BR  http://www.defesabr.com/Fab/fab_f5br.htm